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Por: GIAN FRANCO SALAMONI
02/112018 13:40

ANEAC realiza reunião com associados em Curitiba/PR

Na continuidade da programação de reuniões presenciais como os associados da ANEAC em suas regiões, realizamos encontros em 25/10/2018 pela manhã com os colegas na GILOG/CT e a tarde com os da GIHAB/GIGOV/CT. Pela Diretoria da ANEAC estiveram presentes o Diretor Presidente Fernando Turino e o Diretor Regional Sergio Grande.

Na reunião na GILOG/CT, foi comentado que era a quinta reunião com integrantes de áreas específicas dos associados, como Agrônomos em Brasília, profissionais de TI em Belo Horizonte, e também em Brasília e Recife com o pessoal da Logística.

Contextualizou-se o papel da engenharia de patrimônio na CAIXA quando da existência das ENGERs, onde todas as funções eram ocupadas por empregados da carreira profissional e sua separação para as áreas específicas de patrimônio e logística, onde começaram surgir os problemas de gestão.

Informamos que estes problemas de gestão de atividades específicas de engenharia e arquitetura por parte de pessoas não pertencentes ao quadro de profissionais, conforme preconiza a resolução 430 do CONFEA, e também prevista no RH 183, vem sendo objeto de tratativas junto à empresa, para todas as áreas de atuação dos referidos profissionais.

Fomos informados sobre a existência da NR7 de segurança do trabalho que, de forma análoga à resolução 430, indica que a gestão dos profissionais de medicina e segurança do trabalho só pode ser exercida por um médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho. Ainda, que do concurso de 2014, hoje temos apenas 05 dos 13 engenheiros de segurança do trabalho então contratados. Os técnicos de segurança do trabalho são bancários com função de confiança e conhecimento na área, estando subordinados à CEPES.

Foi destacada a recente participação de alguns profissionais da carreira profissional locados na área de logística em cursos de avaliação de imóveis, atendendo pleito da ANEAC.

Outra abordagem foi quanto à participação de profissionais em PSI em outras áreas, quando existem dificultadores normativos, como recentemente em processo na Auditoria.

 

GIGOV E GIHAB

A reunião com os colegas da GIGOV e da GIHAB iniciou-se com os seguintes temas:

  1. Com relação à PEC 61 Informou-se todo o trabalho que vem sendo realizado no sentido de fazer adequações à Emenda antes de sua aprovação, de modo a separar o que é custeio (verdadeiro objetivo dos prefeitos) daquilo que são verbas de investimento, que requerem a atuação da CAIXA. O projeto da PEC não teve andamento.

 

  1. Preocupação com o futuro da empresa com a recente abertura da possibilidade da terceirização da atividade-fim, e riscos iminentes “CAIXA IMOVEIS” e boatos da “CAIXA INFRA” nos mesmos moldes.

 

  1. Histórica criação da ANEAC em 2002 e sua evolução até os dias de hoje, sendo comum a necessidade de união mais fortalecida para a ANEAC conseguir o atendimento de pleitos nestes momentos de “mares revoltos”; a hora é de união de forças e ideias e não de desagregação.

Os participantes levantaram outros temas e sugestões:

Maior presença da Diretoria nas unidades do interior dos estados para evitar possíveis desagregações e desmotivação em atividades da Associação.Complementamos pela Diretoria que a irrigação de informações para todos é baseada na rede de REs (Representantes Estaduais), cujo grupo no ZAP recebe informações praticamente diárias da Diretoria, CF e CD, mas na medida possível vemos tentar atender o pleito.

Nova plataforma de informações pelo ZAP perdeu muito em relação à antiga plataforma dos e-mails, onde todos complementavam e respondiam para todos cada assunto tratado.

Ausência de treinamento científico específico para a carreira profissional.

Equipamentos de informárica configurados para serviço bancário e não o necessário para uso das atividades técnicas.

Valor defasado das diárias.

Sugestão de trazer especialistas externos para treinamento de empregados, ao invés de levar alguns empregados para fazer curso e depois atuarem como “multiplicadores”, o que não funciona.

 Definição de parâmetros normativos (HAB) para análise de orçamentos que viabilizam a contratação de operações, de forma mais adequada tecnicamente e menos voltada para a viabilização de negócios.

 Falta de informações do reflexo de nossas atividades nos resultados da empresa.

Falta de reconhecimento pela empresa da experiência externa do profissional.

A necessidade da Administração da empresa reconhecer que o seu quadro técnico é o diferencial da CAIXA.

Visão de futuro da Aneac.

Sobre a última negociação salarial, esclareceu que o principal objetivo era a manutenção das conquistas históricas frente à nova Lei Trabalhista; e quanto ao acordo beneficiar a todos os bancários (inclusive quem ganha mais de 11 mil);  e que isto foi negociado e resolvido na reunião da FENABAN com nossa participação na pessoa do Diretor Bruno. Tivemos certa perda em relação ao plano de saúde, onde novos colegas que entrarem na empresa não terão direito, embora esta resolução do CGPAR possa ser objeto de luta futura uma vez que abrange muitos empregados de muitas empresas públicas.

Além dos temas específicos que já vinham sendo tratados nas negociações permanentes com a CAIXA e outros serão incorporados:

Negociar a possibilidade de se permitir intervalo mínimo para almoço para os profissionais que tem jornada de 8 horas, tendo em vista ser a nossa jornada flexível, com o cuidado de não criar aresta com a categoria operacional.

A questão da possibilidade de passar para a jornada de trabalho de 6 horas de forma temporária, foi informada que será motivo de apreciação na próxima mesa de negociação permanente.

 

Encerrando, foi valorizada esta aproximação da Diretoria com os profissionais e a riqueza de melhor conhecer as peculiaridades e pleitos de cada lugar.

Agradecemos aos profissionais pela participação e por terem nos recebido tão bem, com uma conversa franca e propostas conjuntas construtivas.